terça-feira, 12 de junho de 2007
The End
cilibrina. de novo arrastando-se pelos obscuros becos. aqui eu te enxoto, doença maldita e carbura meu cérebro essa pequenina ferida que coça, acima de tudo. deveria eu parar de usar drogas? perco meu apetite, minha inspiração, meu insípido sacana em junho diluviano renasce e brilhará como ouro, ainda mais até, depois de um tempo, é claro, porque não sou, assim, um gênio, que eu saiba, mas tem quem considere. e partindo do zero arranco-te a cabeça, já que ainda não tenho sentido. mas aos poucos tudo ganhará um contorno, ao menos. aproveitem bem enquanto não secam. teve uma época que eu escoava, agora nem gotejar, no máximo definho. só até alguém jogar um pouco de qualquer líquido, daí volta. aqui, um começo. vivas! sinto-me radiante coberta de purpúrea cobertura. sem limites.
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