terça-feira, 26 de junho de 2007
J.W.H.
Cerimoniosamente lamento por ser um robô, homeostasicamente falando. Meu organismo não cessa, não há falências, porque me encontro no auge de meu vigor. Sou como um vaqueiro forte que dança quadrilha com magniliquência e suavidade, alternadamente. E que grandiosos meus momentos de pico! Quão trágicos meus gestos!
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